MODELISMO FERROVIÁRIO E CONSTRUÇÃO DE MAQUETES 
  corner   



PÁGINA PRINCIPAL

ARQUIVOS


Registro em fotos da construção de uma maquete ferroviária. Troca de ideias e de experiências, visando o congraçamento entre os praticantes do hobby e dos apreciadores do ferreomodelismo. ORÇAMENTOS PARA A CONSTRUÇÃO DE MAQUETES FAVOR DEIXAR MENSAGEM ABAIXO DAS PRIMEIRAS FOTOS QUE FAREMOS CONTATO. SE ALGUÉM SE SENTIR INCOMODADO POR APARECER EM ALGUMA FOTO DO BLOG, BASTA FAZER CONTATO QUE RETIRAREMOS A FOTO.

 

Domingo, Novembro 09, 2014

 
PROJETO "MONTANHAS ROCHOSAS"

É IMPORTANTE SABER...

Esse projeto não foi planejado como está. A ideia original era aproveitar uma tábua de MDF de 114,5 cm x 62 cm x 6 mm que estava num canto do meu ateliê para desenvolver sobre ela alguns tutoriais que eu tinha em mente. Só que quando comecei a fazer os primeiros riscos assisti pela TV um episódio da série “A América vista de cima“ que mostrava as Montanhas Rochosas... Fiquei encantado com o que vi. A ideia inicial virou pó e mudei tudo refazendo meu projeto para que eu reproduzisse um pedacinho da região mostrada no episódio citado.
Inicialmente fiz muitas pesquisas na internet, selecionando fotos das montanhas Rochosas que mostrassem rios, cascatas, lagos, vegetação, animais, as quais foram devidamente arquivadas para consultas.
Tenho um processo que pode parecer estranho mas que executo sempre que tenho um novo projeto. Após arquivar dezenas de fotos da região que me interessa volto várias vezes ao arquivo e olho demoradamente cada uma delas, observando detalhes de cores, texturas, margens de rios, formatos das cascatas, tipos de pedras, etc., etc.
Acredito eu que crio em mim um arquivo subjetivo de informações que vão aflorar quando eu estiver executando o projeto...

PRIMEIROS PASSOS

O primeiro passo foi desenhar sobre a tábua as linhas principais do projeto a ser desenvolvido.
Risquei o trajeto da ferrovia e depois fixei os trilhos sobre os riscos, colocando a ponte em seu lugar para ver como ela ficaria no conjunto. Risquei com um lápis o trajeto do rio, que depois acabaria sendo alterado. O desenho que parece uma escadinha marca o ponto da cascata. A parte branca é vestígio do meu tutorial “Como fazer asfalto em maquetes”...



Com um lápis de carpinteiro marquei bem o trajeto da ferrovia, uma vez que os riscos me serviriam de guia para fazer o elevado de madeira que daria a altura definitiva dos trilhos quando o Isopor estivesse fixado no fundo da caixa.



Na foto seguinte mostro como a caixa foi montada, inclusive como a base de madeira que deixaria os trilhos no nível do Isopor.
Testei o espaço destinado à ponte uma vez que depois do Isopor colocado não haveria a possibilidade de fazer alterações.



Na etapa seguinte, utilizando Isopor de alta densidade, fiz a camada básica do cenário, efetuando no Isopor o corte para o
trajeto do rio indicando onde ficariam as duas pequenas quedas de água. Nessa altura eu desisti da ideia de o rio atravessar
todo o cenário, optando por fazer com que ele passasse pela cascata principal. Isso simplificaria o processo melhorando
a distribuição dos elementos da paisagem.



Na imagem abaixo é possível ver onde acrescentei o Isopor após a ponte no sentido da correnteza do rio. Observem que já vou definindo o formato dos barrancos, efetuando cortes com um cortador de Isopor.



Na sequência fixei a cortiça que serviria de base para os trilhos e para o lastro utilizando uma grampeadeira. Sempre faço isso porque se houver necessidade de mudar o traçado, basta retirar os grampos e reaproveitamos a cortiça, mesmo que ela já esteja com o lastro e com os trilhos colados (1 – Veja no final do texto link onde ensino a efetuar consertos sem perder o material aplicado).



Costumo nivelar bem a cortiça lixando-a suavemente para aparar toda e qualquer saliência. Isso facilita a aplicação dos trilhos.


Depois de lixar a cortiça fiz a fixação das placas de resina que imitam pedras. Elas foram levemente aquecidas com um soprador térmico para permitir uma curvatura suave, ajustando-as ao local onde seria fixadas.. Atrás das placas, entre os pilares de madeira, inseri pedaços de Isopor para servirem de sustentação às placas de resina, que foram devidamente coladas no local.



Na foto abaixo dá para perceber bem as mudanças que fiz no traçado original do percurso do rio. Eliminei o trecho em que ele vinha da esquerda e recuei a cascata um pouco mais para esse mesmo lado. Essa mudança deu uma continuidade melhor à paisagem.



No trecho da ferrovia que ficaria sob o túnel, fiz a fixação dos trilhos uma vez que depois de o túnel estar colado em seu lugar não seria possível fazer o lastro. Observem que no final dos trilhos já pintei de preto a parede da caixa.
Adicionei novas camadas de isopor à esquerda do túnel.


Preparei o túnel em curva, conforme a foto acima. Depois de colado e seco, apliquei cola PVA sem diluição à parte interna e espalhei sobre a cola um produto chamado “Vermiculita”, que é uma pedra expandida usada em construções para isolamento térmico. Ela também é utilizada por floriculturas em vasos de flores.
Depois que a cola secou eliminei o excesso de vermiculita e fiz uma pintura inicial com aerógrafo, escurecendo levemente as pedras, deixando-as com uma cor bem próxima da tonalidade dominante de todas as pedras que iriam ser utilizadas no projeto.

Na fixação do isopor utilizo cola PVA (Durafloor) para assoalho, que é uma cola solúvel em água mas depois de seca é extremamente resistente à umidade.
Uma ferramenta indispensável é o cortador de isopor, para seccionar os pedaços de acordo com o perfil da paisagem e para dar o formato inicial com a eliminação das arestas.

Na foto seguinte o portal do túnel, com uma pintura básica, já está em seu lugar (Woodland C1253). O relevo à volta dele foi executado com Isopor de alta densidade. Nessa área também já foi aplicada a atadura gessada (2- Veja no final como aplicar a atadura).


Na foto seguinte todo o conjunto já recebeu a atadura gessada. Posteriormente fiz pequenas alterações no relevo, mas não foram significativas.


Outra foto num ângulo um pouco mais dramático...



PEDRAS E MAIS PEDRAS...

Todas as pedras utilizadas neste projeto e que apareceram inteiras ou fragmentadas nas fotos seguintes foram feitas com os moldes da Woodland. Como o volume de pedra era grande, desde o início do projeto preenchi com gesso duas ou três formas por dia. Isso daria tempo suficiente para que elas ficassem bem secas quando chegasse o momento de utilizá-las.


Costumo fazer a fixação das pedras utilizando o seguinte método: deixo as pedras alguns segundos na água para que fiquem bem umedecidas, aplico uma porção de massa acrílica na sua parte posterior e fixo a pedra no lugar. Pequenas sobras da massa acrílica devem ser retiradas com muito cuidado porque se elas se fixarem sobre a pedra, neste local ela não absorverá a pintura, ficando pequenas manchas.




Esta é a visão do lado voltado para a cascata.


Nesta foto mostro a parte que ficou sob a cascata. Coloquei pedras pequenas porque sobre ela aplicaria musgos, que é a vegetação que brota onde as águas escorrem.


Nesta etapa todas as pedras já foram colocadas. Com um pincel preenchi com gesso todos os espaços entre elas. Além disso, com gesso mole, fiz pequenos volumes sobre os níveis planos, para criar saliências que seriam mais adequadas à paisagem.


PINTURA DAS PEDRAS

Terminada a parte básica da paisagem o passo seguinte foi pintar as pedras. A técnica que utilizo é a adotada pela Woodland Scenics, chamada “leopardo”. As cores que utilizei foram a preta, com diluição de 32/1 (água/pigmento) e 16/1, Yellow Ocher 1/16 e Stone Gray 1/16


A cor dominante escolhida foi a preta, diluída em 1/32 (água/pigmento). Apliquei pequenas manchas com essa cor em todas as pedras. Depois fiz manchas menores com o Yellow Ocrer e, finalmente outras manchas bem suaves com a cor Stone Gray. Passei novamente a cor preta 1/32 em todas as pedras. Tendo secado a tinta selei tudo com Matte Medium. Quando o Matte Medium secou apliquei uma camada de Black diluída na proporção 1/16 para ressaltar as fissuras. Finalmente reapliquei o Matte Medium para terminar a pintura. O resultado é o que pode ser visto nas fotos seguintes.




FAZENDA A PINTURA BÁSICA DO PAISAGISMO

Tenho por costume, a partir desta etapa dos meus trabalhos, pintar toda a atadura gessada com a tinta “Green Undercoat”, da Woodland Scenics (ref. C 1228) diluindo-a na proporção 1/16. Ela vai servir como base para todo o paisagismo que será feito na continuidade. Veja como ficou.



Nesta etapa preparei a base do rio aplicando com um pincel diversas camadas de massa acrílica.
ATENÇÃO! Esta providência é necessária porque independentemente da pintura de fundo, como a base é feita com Isopor, se houver qualquer furo na massa acrílica a resina cristal irá fluir por ele e diluir o Isopor, destruindo toda a base.
Na sequência passei cola PVA diluída (3/1 cola/água) em cima da atadura gessada pintada de verde e apliquei sobre a cola o “Blended Turf “ da Woodland Scenics (ref T1349). O resultado é o que se vê na foto seguinte.

Na foto abaixo deixei marcado o local onde vai correr um pouco de água de uma nascente ao lado do túnel.

A pintura que fará a base da cascata e do rio também foi executada nesta etapa.


O murro de arrimo feito de “pedras” também recebeu o acabamento final.

Abaixo podemos notar que toda a base do rio abaixo da cascata recebeu a pintura com tinta acrílica. A pintura mais escura é para simular profundidade na água.


O túnel recebeu os últimos retoques na parte interna.

Comecei a colocar as pequenas pedras na paisagem. Novamente utilizei produtos da Woodland Scenics (Talus) referências C1278, C1279, C 1280 e C1281, na cor cinza porque elas são da mesma cor que as pedras maiores dos paredões e dos barrancos. Como essas pequenas pedras representam aquelas que se soltam das pedras maiores por ação da natureza, ambas têm que ter a mesma cor.
Primeiro espalho um pouco de cola PVA sem diluição e, sobre ela, com uma colherinha, coloco pequenas porções de pedras pequenas, médias e grandes.


A base da cascata recebeu pedras maiores; nas margens do rio misturei os três tipos de pedras, dispondo-as como se tivessem sido arrastadas pela correnteza.

Observem como fiz uma parede de pedras na pequena cachoeira. Isto permitiu dar movimento à água na etapa seguinte do paisagismo. Neste local as águas ficariam “agitadas”.

Para simular os galhos secos arrastados pelo rio utilizei o produto “Dead Fall” (S30) da Woodland. As três fotos seguintes mostram onde foram adicionados à paisagem.


A cascata recebeu uma cobertura de musgo (lichen) da Woodland (L162).

Com um pincel apliquei cola PVA sem diluição sobre as pedras. Colei os tufos de musgo e, depois que tudo secou, recortei os excessos com uma tesoura. Borrifei o musgo com Matte Medium e joguei sobre ele o "Blended turf" (green blend T49).

Nesta etapa adicionei mais pedras ao fundo do rio, dando preferência às margens.


CACHOEIRA: COMO FAZER, EIS A QUESTÃO!

Não vou mentir, tanto em meu projeto anterior “O Vale da Ponte dos Arcos” quanto neste a minha maior dificuldade foi fazer uma cascata que se parecesse com uma cascata real. Foram diversas tentativas até que obtive um resultado que me deixou razoavelmente satisfeito. Esclareço que a cascata que é feita com “Water effects” da Woodland (C1212) recebe posteriormente diversas camadas do mesmo produto, mas aí o “water effects” recebe algumas gotas de pigmento branco da mesma Woodland (C1216).
Veja no final do texto como fiz a cascata (3)
Na foto a seguir faço a aplicação da cascata em seu lugar, utilizando como cola o próprio “water effects”, pressionando-a com um pinça.


Veja com a cascata ficou, já fixada em seu lugar. Ao lado dela, fiz uma outra mais estreita, uma vez que no alto do rio as águas se dividem em duas correntes. Observem como a lâmina básica de água ainda está bem diferente do resultado final.


A partir desta etapa comecei a colocar a resina cristal fina, levemente colorida com pigmento azul. Foram 5 camadas de resina cristal e a última camada com “Realistic Water” (Woodland c1211).

IMPORTANTE!

Alguns detalhes importantes devem ser lembrados: apliquei camadas bem finas de resina para evitar que a reação química criasse ondulações indesejáveis. A resina cristal sem parafina líquida fica bastante pegajosa, por isso, e por uma questão de economia, utilizei o produto da Woodland apenas para fazer a cobertura final, uma vez que a “Realistic water” faz sua secagem sem a necessidade de um catalisador.
Gostaria que observassem na foto abaixo o reflexo verde no lado esquerdo da água. Foi uma ideia que tive numa noite de insônia, onde me ocorreu que se eu passasse uma camada bem fina de resina cristal levemente colorida de verde na margem do rio, daria a quem olhasse a impressão de reflexo da vegetação. Deu certo!
Quando secou totalmente a camada de resina “Realistic Water” comecei a adicionar à paisagem pequenos tufos de capim da Mininatur (MN72731 e MN72732), e da Busch (BH1308).



Iniciei a fixação das árvores na parte do meio da maquete (Heiki 2042, 2044 e 2049). Sobre os barrancos, após passar cola PVA com pincel, coloquei “Foliage" (Woodland F51),


Na sequência fui colocando árvores do lado esquerdo e acima da cascata.

Mostro em detalhes como faço o adensamento da vegetação, acrescentando galhos (Woodland - Dead Fall – S30), “Foliage light green” (Woodland - F51). Para fazer a variação em degradé da “foliage” depois que ele foi fixada à pedra, passo novamente cola no meio dela e através da técnica “flyspecking” adiciono “Fine turf green grass” sobre ela (Woodland T45). O visual fica bem interessante.


Enquanto fixava as árvores ao cenário aproveitei para melhorar o visual da cascata, aplicando “Water effects” para dar movimento à agua. Observem que adicionei vegetação ao lado das duas quedas de água e diversas pedras no rio acima da cascata. Do lado esquerdo, subindo pelas pedras, adicionei ramas de trepadeira (Silflor – Mininatur 930-21- Maple ffoliage spring).
Defronte a cascata inseri diversas árvores, cuidando para equilibrar o visual com bastante vegetação rasteira.


Na foto acima é bem fácil observar que as pedras estão muito brancas, sem preenchimento vegetal. Isto foi resolvido agregando a elas diversos tipos de vegetação, como pode ser verificado na foto abaixo.


O lado esquerdo da cascata também recebeu mais vegetação, com moitas, tufos e pequenas árvores.

Os dois lados do curso mais estreito da cascata também receberam pequenos tufos de vegetação, constituído de “Lichen spring green” (Woodland – L161), pequenos galhos de “Fine-leaf foliage” médium green F1131, light green F1132 e olive green F1133 (Woodland); foram colocados também tufos de capim da Mininatur “summer green tone pririe tufts”, além de pedaços de “Forest thicket” BH 1308 (Busch). Para complementar coloquei também várias moitas de “Summer green tone Prairie tufts” – MN 72732 (Mininatur).

Para obter a umidade sobre as folhas e as pedras, com um pincel passei várias camadas de “realistic water – C1211 (Woodland).
Nesta etapa adicionei mais camadas de “Water effects” sobre a cascata C1212 (Woodland). Com o mesmo material trabalhei a base da cascata adicionando movimento à água.

Ainda com o uso de “Water effects” apliquei movimento à água nas duas pequenas cachoeiras e no remanso que se forma na base delas. Moitas de capim e alguns galhos secos complementaram a paisagem.

Para fazer o adensamento da vegetação sobre a entrada do túnel acrescentei pequenas moitas de “Fine-leaf foliage, Foliage-F52, e pequenos pinheiros da Heiki - 2059.

Nas margens do rio inseri pequenos pinheiros e moitas de “Fine-leaf foliage”.


Do lado direito do túnel também adensei a vegetação acrescentando novas árvores. Sob uma grande árvore da Heiki – 1345, uma fêmea de cervo amamenta o filhote, enquanto outro, um pouco maior, fica pastando.

É comum, nessas florestas, o aparecimento de muito material orgânico que vai se acumulando pelo chão. Para obter esse efeito utilizei o produto “Flock & turf – Green adirondack blend EX8



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Outubro 23, 2014

 
6º ENCONTRO DE FERREOMODELISMO DE CUBATÃO

Tenho ido a diversos encontros de ferreomodelismo mas esse de Cubatão foi excelente e muito além das minhas expectativas.
Muitas maquetes, grandes e novos amigos, e um ambiente de confraternização que fizeram da sexta, do sábado e do domingo três dias da mais pura alegria.
Nas fotos abaixo fiz um novo registro da VALENE durante o evento.
A segunda parte da VALENE está pronta.
Agora inicio a terceira fase do projeto, que vai conter o local para tratamento de efluentes, pátio de preparação do minério e um grande pátio de estacionamento de locomotivas e vagões.
Se tudo der certo, dentro de um ano essa nova fase estará pronta.
Para os que se interessam por técnicas e dicas de ferreomodelismo, sugiro dar uma olhadinha no seguinte link (copie e cole no seu navegdor) http://www.tutoriaisdeferreomodelismo.blogspot.com.br














































































DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Dezembro 04, 2013

 
PROJETO "VALE DA PONTE DOS ARCOS"

PROJETO 'VALE DA PONTE DOS ARCOS'
O módulo objeto desse projeto é apenas uma pequena fração de uma maquete que um amigo está construindo no subsolo da sua casa.
Vários sócios da Associação Paranaense de Ferreomodelismo e Memória Ferroviária tem-se reunido para colaborar na execução da maquete. Como não posso ir até lá todos os finais de semana, resolvi executar a minha
parte dentro de uma caixa/módulo. Quando o módulo ficasse pronto bastaria fixá-lo no local adequado.
A parte que me cabe escolhi aleatoriamente dentro de um projeto cuja área total (maquete e circulação) é de aproximadamente 80 metros quadrados.

DE ONDE VEIO A ESCOLHA DA PONTE:
A ponte que projetei e construí foi inspirada na Ponte dos Arcos de Balsa Nova, região metropolitana de Curitiba, obra de arte de 585 metros de comprimento por 60 m de altura.



Na foto 02 mostro, na maquete do amigo, o local que escolhi para fazer o módulo. O formato irregular que defini (eu não sabia!) transformou-se num desafio maior para executar a caixa e fazer o paisagismo.Com uma folha de papel manteiga fiz um gabarito do formato escolhido, ressaltando o local exato onde passariam os trilhos. Esse desenho foi fundamental para a execução correta da caixa e para a perfeita localização da ponte.
Para fazer a caixa (foto 03) utilizei MDF de 6mm nas laterais e no fundo. Na parte da frente, devido à necessidade de curvatura, usei MDF de 4 mm





Na foto 04 a primeira estrutura da ponte, já com a curvatura e altura corretas, obedecendo rigorosamente o gabarito.



Na etapa seguinte ( foto 05) reforcei a parte superior da ponte, para ficar com uma espessura adequada à escala 1:87.



TÉCNICA - FABRICANDO OS ARCOS:
Seria impossível fazer os arcos sem um novo gabarito, uma vez que além da curvatura dos arcos há, ainda, a curvatura
da própria ponte.
Para fazer os arcos utilizei três camadas de estireno de 2 mm, coladas entre si com Super Bonder (foto 06).
Com o arco colado e preso ao gabarito lixei os dois lados para nivelar as lâminas de estireno ( foto 07).
Nas fotos 08 e 09 todos os arcos já estão em seus devidos lugares, inclusive com a reprodução do reforço em vigas verticais da ponte original (à direita das duas fotos).
Na foto 09, a parte inferior, mais grossa, onde se apoiam os pilares da ponte, determina o nível de todo o paisagismo, como o rio e a cascata.










Na etapa seguinte executei os reforços dos arcos, que foram simplificados para o conjunto ficar mais harmônico e menos pesado visualmente, uma vez que essa ponte é bem mais curta do que a original e os arcos são mais fechados. As colunas quadradas foram feitas com estireno de 3 mm e a sua base de apoio com madeira balsa.
Nas fotos 12 e 13 reforcei a base dos arcos. Observe que na foto 12 já indiquei, à direita, com um lápis, qual seria a altura do relevo.
Nas laterais superiores da ponte (foto 10) apliquei estireno de 1 mm. Também não foi esquecido o recuo de segurança para algum andarilho distraído (foto 13).
Antes da pintura do fundo com tinta cinza automotiva, lixei toda a ponte para que houvesse melhor aderência da tinta ao estireno (foto 13)









O passo seguinte foi fazer a base do relevo com isopor. As peças recortadas foram coladas à caixa com cola PVA. Convém observar que na parte do fundo (foto 15), atrás da ponte, há um sulco por onde passará o rio. O sulco foi executado com um soprador térmico. Na etapa seguinte esse sulco foi alisado e recebeu massa acrílica, aplicada com um pincel.











Após a etapa do isopor, veio a colocação das pedras. As pedras foram feitas com gesso utilizando os moldes C1236 (Classic Rock) e C1243 (Base Rock) da Woodland Scenics (foto 19) .
Embora no cenário apareça uma quantidade muito grande de pedras, basicamente elas saíram desses dois moldes. As pedras foram recortadas, quebradas, às vezes esculpidas para mudar o formato, mas tiverem como base os dois moldes citados acima. Algumas pedras (bem poucas) saíram de outros moldes que fiz para a Cidade Ferroviária (foto 20).






Técnica: como aplicar "atadura gessada":

Antes do assentamento das pedras, o Isopor recebeu três camadas de "atadura gessada" para dar consistência ao conjunto. Após seca, essa cobertura de "atadura gessada" recebeu diversas
demãos de massa acrílica. Essas ataduras são compradas em lojas que vendem suprimentos médicos.



A utilização da atadura gessada é muito simples: corta-se em pedaços, molha-se durante um segundo na água, e aplica-se sobre o relevo, que pode ser de isopor ou papel. Com os dedos deve-se espalhar o gesso que impregna a malha e que foi amolecido pela água. Conforme a atadura vai secando é possível trabalhar com ela dando-lhe formatos diversos. Isto ajuda no resultado final do relevo.
Todas as pedras que aparecem nesta página foram feitas com os moldes da página anterior, inclusive com o uso da "atadura gessada".











Nesta foto mostro, já pronto, o cenário básico com a inserção de todas as pedras principais.
É interessante lembrar que antes da fixação das pedras com cola PVA, foram colocadas sobre o isopor 3 camadas de "atadura gessada" . Sobre as ataduras, utilizando um pincel, foi aplicada uma camada de massa acrílica.
A atadura gessada é indispensável para dar unidade ao conjunto, e a massa acrílica para facilitar a fixação das pedras.



PINTANDO AS PEDRAS COM A TÉCNICA "LEOPARDO"
Todas as pedras deste módulo foram pintadas utilizando a técnica "leopardo".
As tintas utilizadas, todas da Woodland, foram as seguintes: Stone Gray (C1218), Slate Gray (C1219), Burnt
Umber (C1222), Yellow Ocher (C1223) e Black (C1220). Para fazer as partes marrons, mais escuras, sempre na base
das pedras, utilizei Pó Xadrez diluído em água.



A técnica consiste em escolher uma coloração principal (tonalidade dominante) e com ela fazer diversas "manchas" na pedra. Aplicar as demais cores escolhidas, preenchendo os espaços livres. Com a cor dominante mais "aguada" fazer a mixagem das cores. Obtida a pintura desejada aplica-se uma boa camada de Matte Medium, que é uma cola transparente produzida pela Model Landscaping Supplies. Quando a cola estiver seca (esperar 24 horas) aplica-se a
cor Black diluída (1 parte de tinta x 32 partes de água). Imediatamente - com um pano seco - limpa-se a pedra deixando apenas a tinta que penetrou nas trincas e reentrâncias da pedra. O objetivo dessa camada é ressaltar as trincas e fissuras da pedra. Após a secagem completa da tinta aplica-se uma nova camada de Matte
Medium para selar todas as cores.

Nas duas fotos abaixo mostro a aplicação da pintura sobre a massa acrílica que foi pincelada sobre a atadura gessada.
Tomei um cuidado especial de não manchar as pedras com a massa acrílica porque ela interfere na absorção da pintura especial que seria feita nas pedras.
Essa pintura da base que vai receber toda a vegetação foi executada com a tinta Green Undercoat (C1228) da Woodland Scenics, diluída com água na proporção 1:16.





Nas três fotos seguintes mostro o resultado da aplicação da primeira camada de
gramado, utilizando a textura Blended Turf (Green Blend - T1349).
Também, nesta etapa, as pedras receberam a última camada de tinta para realçar as fissuras.
Nas fotos 31 e 33, chamo a atenção para as duas partes escuras. É o fundo de uma cascata, e foi realizado para destacar a água que cairá em forma de cortina. A cor escura no fundo, além de tentar representar aquele musgo que cresce nas pedras onde há muita umidade, vai servir para dar destaque à cortina d'água.







TÉCNICA: COMO FAZER O FUNDO DA CASCATA
A execução desse fundo foi assim: Apliquei com pincel uma grossa camada de massa acrílica, devidamente colorida com a tinta Stone Gray C1218, da Woodland.
Sobre a massa acrílica fixei os tufos de Lichen (Dark Green L164) em camadas bem finas.



Depois que a massa acrílica secou recortei os excessos de Lichen e borrifei uma camada de cola Matte Medium seguida de Coarse Turf (Medium green T1364) e outra camada de Blended Turf (Green Blend T1349).
Esperei 24 horas para a secagem e, para fixar todo o conjunto, utilizei novamente o Matte Medium.
A pequena cachoeira, na parte da frente da maquete, também foi executada com a mesma técnica.

TÉCNICA: COMO FAZER A CORTINA D'ÁGUA DA CASCATA?

A técnica que utilizo é a recomendada pela Woodland Scenics.
Sobre uma forma com Teflon aplico várias camadas paralelas de Water Effects (C1212).
Com um pedaço de pente faço a mistura do produto procurando imitar o movimento da água quando cai na cascata. Depois de seco o produto fica transparente, como se vê na foto 38.
É possível já nesta etapa colorir o Water Effects utilizando algumas gotas de pigmento branco.
É importante ressaltar que convém fazer a peça que vai ser aplicada na cascata no tamanho correto (altura e largura). Para isto basta medir as dimensões do local onde vai ser fixada a cascata. O corte
posterior da cascata já pronta deixa marcas difíceis de serem corrigidas.
Na foto 61 mostro como colar a cortina d'água em seu lugar.







Mostro aqui outras fotos onde a primeira camada de gramado já foi aplicada.
Chamo a atenção para as fotos 40 e 42 onde utilizei o produto Maple foliage (930-21) da Silflor para simular as trepadeiras ao lado da cascata e atrás da estrutura da ponte.









As fotos 43 e 44 registram a colocação das primeiras moitas de folhagens e das primeiras árvores.
A foto 45 mostra a entrada do pequeno rio no cenário, onde também apliquei o Maple foliage (930-21) da Silflor.
O líquido que aparece ali é a primeira camada de Realistic Water (C1211) da Woodland Scenics. Depois de seco ele fica transparente.







Na foto abaixo, do lado direito, à frente da ponte, também fiz algumas aplicações de moitas, pequenas árvores, galhos secos e algumas pedras.



É interessante observar que a partir deste ponto o cenário ganhou o material que fará a base do rio e que ficará submerso quando o rio receber as camadas de resina.



Chamo a atenção (na foto acima) para novas pedras (Rock Debris C1275-medium brown, C1270-fine buff, e C1276, coarse brown), e pedaços de árvores secas ( Dead Fall S30),
que foram colocados em diversas partes do rio e do remanso à frente da pequena cachoeira.
As pedras mais claras que aparecem nas fotos receberam pintura na etapa seguinte. Todos são produtos da Woodland Scenics.

Agora todo o cenário já tem a primeira camada de vegetação, tanto na frente
quanto atrás da ponte, no vale, constituída de moitas, trepadeiras e árvores. Na área do rio utilizei pequenos tufos de capim, que oram aparecem submersos ora à flor d'água (tufts 727-32) da Silflor.
Os demais materiais utilizados foram Green Blend Blended Turf, Coarse Turf e Underbrush. Depois acrescentei Clump Foliage e pequenas árvores, em duas cores Fine-Leaf Foliage olive green F1133 e médium green F1131. As trepadeiras da foto acima (Maple foliage spring) são da Silflor, código 930-21. As outras trepadeiras são da Woodland (foliage light green e médium green, códigos F51 e F52.
Observem que dei volume à vegetação que cobre a base dos pilares.



Após essa etapa descrita acima, adicionei ao rio a primeira camada de resina, com pouco catalisador para evitar a formação de ondulações (a cada 100 ml de
resina, apenas 10 gotas de catalisador). Na preparação da resina adicionei um pouco de parafina líquida (10 gotas para 100 ml de resina) para
que ao final da secagem a resina não ficasse grudenta. A mistura dos elementos deve ser cuidadosa para evitar a formação de bolhas.
Após a secagem da primeira camada de resina passei a adicionar volume à vegetação. Isso foi feito com novas árvores de Fine Leaf Foliage, de
diversas cores e tamanhos, cuidando sempre com a harmonia do conjunto. Essa vegetação foi adicionada tanto na frente como atrás da ponte.

DETALHAMENTO I

Nas fotos abaixo mostro diversos detalhamentos: a) a vegetação que se apoia nas paredes de pedra. A simulação de profundidade do rio foi obtida pintando o seu meio com cor escura, que vai sendo clareada até as margens.
b) um canto úmido, com bastante vegetação, lodo, galhos apodrecidos sob a água, além das trepadeiras que sobem pelas estruturas da ponte.
c) uma pequena mina por entre as pedras. d) a mesma mina vista a partir dos arcos da ponte.









DETALHAMENTO - II
4 fotos que registram diversos tipos de detalhamento.
Na foto 36 mostro a pintura do fundo do rio, feita com as tintas da Woodland, simulando um pouco de lodo, algas, galhos podres e moitas de capim submersas.
Na foto 54 os galhos apodrecidos trazidos pela água. Na foto 34 destaco a pintura dos paredões de pedra e a vegetação sobre ele.
Embaixo, a grande umidade que toma conta de tudo.
Na foto 56 mostro a pequena nascente que brota entre as pedras.

Foto 36

Foto 54

Foto 34

Foto 57

FIXANDO A CASCATA:

A fixação da cascata ao lugar reservado para ela se dá com o mesmo produto com ela foi feita. Aplica-se Water Effects na parte superior da cascata, e com os dedos comprime-se no lugar para dar aderência.



Na sequência pode-se dar continuidade ao paisagismo aplicando Water Effects para dar movimento à água.
Costumo aplicar uma primeira camada sem o pigmento branco, para dar volume e demarcar a área que vai receber o Water Effects definitivo.
Nas fotos 58 e 59 o movimento da água está sendo aplicado na parte alta e na parte baixa da cascata.
A mesma técnica foi utilizada nas duas cachoeiras situadas logo abaixo da ponte.







Quando secou o detalhamento das cascatas, apliquei a última camada de água, utilizando o produto Realistic Water.
Na aplicação convém despejar a água com o uso de uma vareta (foto 60) para evitar que o produto respingue nas plantas.



Este é o visual do cenário (foto logo abaixo) antes da secagem da penúltima camada de "Realistic Water".
Com a secagem do produto esse tom azul desaparece, e a água fica completamente transparente.
Praticamente toda a vegetação já foi inserida no cenário, faltando apenas alguns detalhes a serem finalizados.



Acrescento agora mais algumas fotos registrando detalhes do cenário.













E FINALMENTE O PROJETO ESTÁ CONCLUÍDO...






PESSOAL, ESSE MESMO PROJETO ESTÁ PUBLICADO EM OUTRO SITE. BASTA ACESSAR O LINK A SEGUIR

NELE VOCÊ PODERÁ ENCONTRAR DIVERSAS DICAS E TUTORIAIS QUE PODERÃO LHE SER ÚTEIS:

http://www.tutoriaisdeferreomodelismo.blogspot.com.br<
10:32 AM



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sexta-feira, Outubro 25, 2013

 
5º ENCONTRO DE CUBATÃO

Conforme eu já havia anunciado, participei nos dias 19 e 20 de outubro, do 5º Encontro de Ferreomodelismo de Cubatão.
Normalmente não tenho muita paciência para tirar fotos em eventos, só que desta vez levei sorte porque um amigo do hobby tirou diversas fotos e me cedeu algumas para que fossem postadas aqui.
Neste local não publico fotos de maquetes de terceiros. Então, as fotos a seguir, todas tiradas com muita competência pelo Jônatas Braga Gaudêncio, registram aspectos da VALENE - Uma siderúrgica dos anos 40.
A ele meu muito obrigado.




















DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Setembro 12, 2013

 
REVITALIZANDO

O longo período de construção de uma maquete acaba trazendo algumas consequências inevitáveis, como a poeira (impossível de evitar) e a perda gradativa das cores no paisagismo.
Além disso, mesmo estando em construção, tenho levado a maquete a eventos culturais. Não cobro nada por isso, a não ser o transporte da maquete até o local do evento.
Apesar de todos os cuidados do transportador, sempre há alguns danos; alguma coisa quebra aqui, outra descola ali, e precisam ser consertadas.
Por causa do encontro de Cubatão, que vai acontecer dias 19 e 20 de outubro, estou dando uma revitalizada na maquete. Na parte estrutural estou inserindo novos materiais que permitem um detalhamento mais fino. Além disso adquiri novas texturas de vegetação, para dar um viço renovado aos gramados, plantas e árvores.

Registrei em fotos alguns desses melhoramentos.














DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Agosto 26, 2013

 
TUTORIAIS DE FERREOMODELISMO

NOVO BLOG!


Para concentrar os tutoriais num único lugar criei um novo blog, com índice, o que irá facilitar a busca pelo tópico desejado.
Já foram postados 8 tutoriais, e tenho mais uns dez na fila, aguardando revisão de texto e produção de fotografias com melhor qualidade.
Alguns tutoriais abordados:
1 - Como fazer cercas e alambrados http://tutoriaisdeferreomodelismo.blogspot.com.br/2013/08/fazendo-cercas-e-alambrados-de-metal.html
2 - Como fazer passagem de nível
3 - Como fazer asfalto na maquete
4 - Como fazer paredes de alvenaria com embalagens de desvios
5 - Como fazer moitinhas com grama estática
6 - Como fazer postes de jardim http://tutoriaisdeferreomodelismo.blogspot.com.br/2013/08/como-fazer-um-poste-de-jardim-textos.html
7 - Entendendo raios e graus
8 - Como tirar trilhos sem danificá-los

Como sempre afirmei, meus tutoriais são simples, destinados a quem está começando agora no ferreomodelismo ou para aqueles que querem dar uma espiada em algumas técnicas que desenvolvi na busca de soluções para meus problemas.
Sugestões são sempre bem vindas. Quem quiser fazer contato comigo pode deixar mensagem no blog ou escrever para o seguinte e-mail balanfilho@onda.com.br

TODOS OS TUTORIAIS PODEM SER ACESSADOS PELO LINK LOGO ABAIXO
http://www.tutoriaisdeferreomodelismo.blogspot.com.br



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sábado, Junho 29, 2013

 
VAMOS COMEÇAR A COLOCAR OS MOTORES DOS AMV's


Depois de adiar essa tarefa por muitos motivos, vou começar a colocar na maquete VALENE - uma siderúrgica do anos 40 - os motores que acionam os desvios dos trilhos, conhecidos na linguagem técnica como "AMV's"(veja primeira foto)
Existem diversas marcas no mercado mas dei preferência ao "Tortoise" pela robustez, e porque arrumei um fornecedor altamente confiável, que é o Stabelin, de São Paulo.
A segunda foto é dos Tortoise, (36!), com placas, leds e chaves.
Estando tudo montado, começarei a trabalhar no painel, cujo diagrama está sendo feito (assim espero...) pelo Mário César de Oliveira, membro emérito da Associação Paranaense de Ferreomodelismo e Memória Ferroviária.






Acredito que não vai ser muito fácil fazer o diagrama, mas o Mário é competente...



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Junho 18, 2013

 
FRATESCHI NÃO REALIZARÁ ENCONTRO DESTE ANO

Tendo em vista os inúmeros pedidos de informação que recebi, comunico aos amigos que infelizmente a Frateschi não realizará o evento anual.

A confirmação me veio através de e-mail do Lucas Frateschi, o qual argumentou que tentou "ao longo do ano buscar um novo local que fosse diferente de São Carlos", mas que "diante da situação precária de muitas estações no Brasil" não encontrou uma que atendesse as necessidades da Frateschi. Afirmou ele: "Voltaremos em 2014".

Nós ferreomodelistas entendemos as razões da empresa e temos certeza de que o Lucas e o Dr. Celso realmente tentaram achar um local adequado a um evento desse porte. Por outro lado lamentamos a não realização deste ano porque o encontro anual da Frateschi sempre foi um evento ansiosamente esperado, não só porque apresentava expositores de diversos lugares do país, como conseguia reunir naquela plataforma os maiores expoentes desse hobby no Brasil. Era, em suma, uma grande festa do ferreomodelismo.

Além disso sempre havia os lançamentos, e o frisson que isso causava.

Com essa lacuna abre-se um imenso espaço para novos eventos e particularmente para o pessoal de São Carlos, que sempre realizou seu encontro um pouco antes do evento da Frateschi. Aproveitando esse lacuna poderá dimensionar seu encontro ainda mais, aglutinando forças e suprindo essa ausência da Frateschi, que será, com certeza, muito lamentada.


Foto do saguão da Estação Cultura em São Carlos, no encontro da Frateschi de 2012


Uma das caraterísticas mais marcantes de São Carlos é a passagem de diversas composições, pela estação, ao longo do dia

.
Bela visão da plataforma, em foto do Jônatas.


Dr. Celso Frateschi, uma pessoa admirada por todos os ferreomodelistas


Flagrante do momento em que eu recebia das mãos do Lucas Frateschi, um belíssimo brinde.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Domingo, Fevereiro 17, 2013

 
SAIRAM OS VENCEDORES DOS CALENDÁRIOS!
Pessoal, foi com grande alegria que recebi a participação de muitos ferreomodelistas de todo o país no sorteio dos calendários da Trains Magazine.
A escolha dos vencedores foi feita diretamente de Itirapina, pelo meu grande amigo Xande (ele mesmo, um dos fundadores do Cartel Caipira!) auxiliado nessa agradável tarefa pelos filhos e esposa.
Os números sorteados foram: 07, 13, 23 e 71, que, de acordo com a ordem de inscrição, estavam vinculados às seguintes pessoas:

07 - Alex - AFEBS | Email | 30-01-2013 11:18:12
13 - José Anderson | Email | 30-01-2013 14:50:25
23 - guto | Email | 31-01-2013 08:10:18
71 - Marcello Herrero | Email | 04-02-2013 01:28:28

Na sequência vou enviar um e-mail para cada um dos vencedores, que deverá responder o meu e-mail informando nome completo, endereço, cidade e CEP para que eu possa providenciar o envio do Calendário.
Agradeço a participação de todos, e parabéns aos vencedores!



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Janeiro 30, 2013

 
BALAN SORTEIA CALENDÁRIO ANUAL DA TRAINS MAGAZINE - DE GRAÇA! E SÃO 4!

(SORTEIO ENCERRADO - veja tópico acima)

O meu objetivo ao fazer o sorteio de 4 (quatro) calendários - fotos acima, é o congraçamento entre os ferreomodelistas e apreciadores do hobby, além da divulgação do meu blog http://www.ferreomodelismo.blogger.com.br
As inscrições iniciam-se no momento desta postagem e serão concluídas à meia-noite do dia 16 de fevereiro de 2013.
Pode participar qualquer pessoa que seja ferreomodelista (vou acreditar na palavra do inscrito...) e que esteja residindo no Brasil.
Como participar? Basta acessar o meu blog http://www.ferreomodelismo.blogger.com.br e registrar presença, deixando seu e-mail no campo apropriado. Para isso deverá clicar abaixo desta postagem, onde está escrito (DEIXE UMA MENSAGEM PARA O BALAN) bai abrir uma janela onde deverá ser deixada qualquer mensagem e deve ser preenchido o campo onde pede o e-mail do inscrito.
Só vale uma inscrição. Se a inscrição não vier acompanhada do endereço de e-mail, a inscrição não será considerada válida.
Cada sorteado (serão 4) terá direito a (um) calendário igual ao da foto, que será enviado ao endereço do ganhador, por conta do promotor do sorteio, em carta registrada, em qualquer lugar do território nacional.
O resultado do sorteio será divulgado às 17 (dezessete horas) do dia 25 de fevereiro.
Casos omissos serão decididos por mim, afinal sou eu que estou botando a mão no bolso...

QUE MENSAGEM DEIXAR?
É só escrever qualquer coisa do tipo "Balan, quero participar do sorteio", ou "Balan, que tal sortear uma Big Boy", ou se preferir, "Balan, e o sorteio da Valene, quando vai ser?"
ATENÇÃO: SO VALE PARTICIPAÇÃO DEBAIXO DESTA POSTAGEM. Participações em qualquer outro lugar do blog não serão consideradas válidas.
Está valendo, BOA SORTE A TODOS!
Em tempo: peço desculpas pela demora em postar o regulamento. É que o danado do calendário levou 50 dias (!!!) para vir dos Estados Unidos. Deve ter vindo a pé!



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sábado, Dezembro 29, 2012

 
VEM AÍ NOVO SORTEIO!!! AGUARDEM DETALHES...
(retirei o tópico porque o sorteio já começou. Veja texto acima)




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Novembro 29, 2012

 
Nos dias 24 e 25 participamos do VII Encontro de Ferreomodelismo de Paranapiacaba.
Esse evento se distingue dos demais pelo local onde é realizado, uma vila inglesa de mais de um século, que foi edificada para servir de alojamento para os trabalhadores que construiam a ferrovia que ligava a baixada santista ao interior de São Paulo. Veja link http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba

Esse evento tem duas características marcantes. A primeira é que por lá circulam os mais renomados e competentes ferreomodelistas brasileiros, onde as maquetes e o material rodante expostos são apenas mais um elemento para o grande congraçamento que ali se celebra. A segunda, é a figura impar do Renato Gigliotti, mentor intelectual e organizador do evento, que durante as atividades assume o personagem Marquês do Phunicular, cuja foto pode ser vista abaixo. Na outra, o Marquês em fraternal abraço com este blogueiro. E na terceira foto, a menor, momento em que este escriba recebia a comenda das mãos do Marquês do Phunicular, Senhor dos Planos Inclinados da Serra com a Gran Medalha da Ordem Phunicular."


Outro detalhe que torna a vila muito interessante, é o "fog" londrino, que aparece e some quando menos se espera. Na foto abaixo, feita pelo Zaidan, registro a presença de alguns amigos, da esquerda para a direita o José Roberto Garbe Habib, o Rodrigo Carvas e o Luiz Carlos.

Na foto seguinte dá para ver melhor o que é o famoso "fog" de Paranapiacaba, em outra foto do Zaidan.


O encontro é realizado no Clube Lyra Serrano, que pode ser visto por dentro na foto do Mário César Oliveira, nosso companheiro de viagem e grande amigo, cujo hobby compartilhamos e com quem duelo verbalmente pelas nossas posições políticas absolutamente antagônicas...



Entre as maquetes que se destacaram, não há como não mencionar a do Férreo Clube do ABC, constituída por 22 módulos.


As visitas à maquete VALENE foram muitas. Entre os que me visitaram, registro alguns amigos nas fotos abaixo. Temos aí o Zaidan, o Rodrigo Carvas e o Flávio.


Na foto abaixo, logo depois deste escriba, que está à esquerda, registro a presença do Rodrigo Carvas, do Kleber, do Bruno Senna e do Flávio


Registro com grande alegria a presença do meu amigo Ricardo, que não só esteve prestigiando o meu trabalho com sua visita, mas botou a mão na massa para ajudar na montagem da maquete.


Em minha companhia, o Ricardo de Carvalho, que é secretário da Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, prestigiando o evento.


Abaixo, em foto do Mário César de Oliveira, um registro do Rodolfo com o filho Igor, "curtindo" em família os prazeres do nosso hobby.


Registro igualmente a presença do Burone, produtor dos "decoders" LDH, que equipam todas as minhas lcomotivas nacionais, G12 e Consolidation. Como testemunho posso afirmar que em todos eventos de que participei, minhas locomotivas rodaram em média 12 horas, com 15 vagões, em baixa velocidade, sem problema algum. O nome disso é "qualidade".


Na foto abaixo tenho a companhia de dois grandes amigos, o Márcio Redondo, mentor, fundador, diretor e responsável pelo Portal do Trem http://www.portaldotrem.com.br/ e o Márcio Hipolito, ferromodelista dos mais conceituados.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Domingo, Setembro 23, 2012

 
Nesse final de semana tivemos o encontro de ferreomodelismo promovido pela Serra Verde Express em Curitiba. Aproveitei o embalo para tirar algumas fotos da VALENE - uma siderúrgica dos anos 40, tentando mostrar um pouco mais do que foi fotografado até agora, ou por mim ou pelos amigos. Na realidade fiz um giro pela maquete mostrando alguns pontos que achei interessante destacar.
Durante a semana vou colocar um pouco de legendas nas fotos para que os meus amigos compreendam um pouco melhor o que estarão vendo.


Só para vocês entenderem o meu processo de criação posso destacar na foto abaixo o seguinte: a estação toda foi feita com sobras de materiais.
Na base da estação utilizei duas plataformas da Frateschi. Telhado da Frateschi, iluminação com leds e figuras da Woodland e da Preiser.




Nesta foto destaco a iluminação do almoxarifado/laboratório com leds, e o poste de jardim, de minha fabricação. Tanto a cerca de metal, quanto a estrutura da caixa d'água,
de pedra, e as estruturas de ferro que suportam a tubulação de gás, é trabalho artesanal, não existem disponíveis no mercado.





Para os que observarem a estranha presença da GE 70 e da G 12 coexistindo pacificamente na mesma maquete, elas estão juntas apenas para tirar a foto...





Os vagões que aparecem em branco são conhecidos como "slag cars", e servem para transportar a escória que sai dos alto fornos. Os demais vagões são conhecidos
como vagões torpedos, ou no nome inglês "hot bottle car". A sobra de material nas bordas foi executada com epóxi, e sobre ele apliquei carvão ativado granulado.




Destaco nesta foto a execução da estrutura da caixa d'água, que foi feita com resina e pintada com tinta automotiva. A cerca foi feita com tela bem fina,
dessas que são usadas em aviários e galinheiros. O material dentro da cerca é sobra de diversos kits, que aproveitei para encher o depósito, complementando o cenário.
















































































DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Agosto 30, 2012

 
FRASES

Gosto de escrever, e de vez em quando me ocorrem algumas frases, alguns versos. Vou aproveitar o blog para compartilhar parte dessas coisas com vocês.

Frase à la Maquiavel:
Você tem ou "amigos" ou "inimigos". "Neutro" é o cara que você tem que comprar quando quiser fazer prevalecer a sua opinião.

Pragmatismo político:
- Você realmente quer saber se sou a "favor" ou "contra" a sua causa? Para facilitar a minha decisão, dá para você me informar quanto pretende gastar com isso?


Ser tão pleno
que o sertão
fique pequeno

E nos seus olhos era tanta luminosidade
que o sol se fez noite
com complexo de inferioridade.


1 - Às vezes os chacais têm que expulsar os leões, se quiserem comer carniça.
2 - O Joio se mistura ao trigo, mas é do trigo que se faz o pão.
3 - Acenda o rastilho de pólvora e você descobrirá onde está o barril.
4 - A imparcialidade irresponsável é irmã gêmea da cumplicidade.
5 - Tucano que não mostra o bico não leva chumbo no rabo.
6 - O maior sonho de uma cadeira é virar um banco, e ficar rica cobrando juros escorchantes
7 - Meus sorrisos eu guardei no cesto, junto com as gargalhadas, bem ao alcance das minhas emoções.
As lágrimas eu guardei num cofre, mas não me lembro onde está a chave. Isto não tem feito diferença porque não tenho precisado das dores que nele estão guardadas.
8 - Alguns rompimentos são tão necessários que parecem a faca que corta a carne; sangra, porém a carne está morta.

VERSOS DE FÉ
Mas se há dor nos sonhos teus
Não transforma tudo em mágoa
Faz da fé rio que deságua
No infinito amor de Deus

A FELICIDADE

A felicidade veio me procurar em casa e, muito educada, tocou a campainha da porta. Como eu estava no fundo do quintal bisbilhotando meu vizinho para tentar descobrir como ele conseguiu a felicidade dele, a minha foi embora, cansada de me chamar.

O FERREOMODELISMO E A MATEMÁTICA
Se a sua mulher chegar a você e falar: - Ou eu ou a maquete!, temos uma variável onde escolhendo o casamento nós temos um homem casado a mais (+) e um
ferreomodelista a menos (-).
Ora, a satisfação do casamento (+) é anulada pela frustração de ter abdicado do hobby que tanto ama (-).
Se você optar pela maquete, nós temos um ferreomodelista a mais (+) e um solteiro a mais (+), com ganhos emocionais evidentes.
Então, (++) é matemática e emocionalmente melhor do que (+ -), donde concluímos que decidir pela maquete é a única decisão possível.

E PARA NÃO DIZEREM QUE NÃO FALEI DE TREM...

O TREM

Já cansei de ficar na estação, onde o trem não vem, não,
Onde não tem ninguém...
Já cansei de esperar esse trem...
que não vem, que não vem, que não vem
Esses trilhos, esse brilho, a Maria e a fumaça
Onde estão? E o vapor? Por favor, onde estão?
Já cansei de esperar esse trem...
Minha vida me mudou mas não posso esquecer
Viajar é viver, onde está o meu trem?
Nessas letras, só lembranças dos apitos, das crianças,
dos meus campos, das cidades,
E da vida que passava na janela, tão depressa...
E do sol que surgia muito além das serranias!

Que saudade! Que saudade! Que saudade!



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Agosto 22, 2012

 
16º ENCONTRO DE FERREOMODELISMO DA FRATESCHI
No dia 18 de agosto aconteceu em São Carlos, SP, o 16º Encontro de Ferreomodelismo da Frateschi, na Estação Cultura, antiga estação ferroviária.
Muitas maquetes de excelente qualidade foram expostas, e o número de visitantes, como em anos anteriores, superou as expectativas.
Existe um acordo que faço sempre que construo uma maquete é que - até que eu não a entrega ao comprador- eu possa utilizá-la para participar de eventos onde o tema é ferreomodelismo.
E com a VALENE não foi diferente. Fui com ela para São Carlos temendo pela integridade dela, porque consertos são sempre mais difíceis do que a construção propriamente dita.
As fotos abaixo foram tiradas por amigos, que as cederam para publicá-las aqui no blog. Em cada uma delas eu dou o crédito. A eles meu obrigado de coração.

Na primeira foto a Estação Cultura de São Carlos, onde tradicionalmente a Frateschi realiza seu grande evento.

Foto de Jônatas Braga Gaudêncio


Abaixo, duas fotos panorâmicas da plataforma, onde dá para ver bem a quantidade de pessoas que foram prestigiar o evento

Foto de Jônatas Braga Gaudêncio.



(Foto de Diogo Seger)



Foto de Renato Gigliotti (Marquês)





Foto de Diogo Seger




Foto de Diogo Seger

Na foto abaixo, banner onde explico as razões técnicas da maquete e peço desculpas por eventuais lapsos...

Foto de Diogo Seger


Na festa abaixo registro a minha satisfação de estar na companhia de três pessoas que muito admiro: O Dr. Marcello (ao fundo),
o Renato Gigliotti, famoso Marquês (de braços cruzados) e o Ricardo Andrade, jurisconsulto afamado das gerais...

Foto de Diego Nogueira (http://hobbyminiatura.blogspot.com.br/)



Foto de Jônatas Braga Gaudêncio


Foto de Paulo Seixas


Foto de Paulo Seixas




Foto de Paulo Seixas



Foto de Diego Nogueira



Foto de Jônatas Braga Gaudêncio



Foto de Paulo Seixas



Foto de Elen Bernardes



Foto de Diego Nogueira




Foto de Elen Bernardes



Foto de Elen Bernardes



Foto de Elen Bernardes



Foto de Elen Bernardes



Foto de Diego Nogueira



Foto de Diego Nogueira



Foto de Diego Nogueira



Foto de Diego Nogueira



Foto de Diego Nogueira



Foto de Diego Nogueira



Foto Deyler Tose Marchezini




Foto de Deyler Tose Marchezine




Foto de Deyler Tose Marchezine




Foto de Deyler Tose Marchezine



Foto de Deyler Tose Marchezine


Quero agradecer a gentileza dos que colaboraram para que essa página fosse atualizada.
Interessante observar que as fotos revelam a forma diferente de cada um dos fotógrafos de registrar a obra. Essas diferentes "visões" formaram um conjunto muito interessante que, tenho certeza, agradou os que visitaram este site.

Por último, o Diego Nogueira, um dos que colaboraram, tem um blog que merece ser visitado
Acessem o link a seguir http://hobbyminiatura.blogspot.com.br/




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Junho 26, 2012

 
A PARTIR DE AGORA VOU PASSAR A DISPONIBILIZAR NESTA PÁGINA UM LINK PARA TUTORIAIS.
Basta clicar no link a seguir: http://www.tutoriaisferreomodelismo.blogger.com.br



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Junho 05, 2012

 
Estou terminando de fazer a iluminação da maquete. Faltam menos de 5% para concluir esta parte. Tirei algumas fotos e estou postando para mostrar o resultado de dois anos de trabalho. Espero que gostem.


















DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Maio 29, 2012

 
Neste última semana dei uma "arrancada" para a conclusão das estruturas principais. No domingo à tarde, com a ajuda do amigo Mário César, coloquei a cobertura do setor de laminação. Isto feito, agora estou partindo para o "detalhamento fino", aquelas coisas que "dão vida" à maquete.
Para concluir a iluminação falta apenas a ligação dos fios à rede principal, que já está pronta debaixo do tablado. Quanto ao DCC, logo mais entrará em testes.
Algumas fotos para registrar o progresso do trabalho.

Na foto abaixo ainda dá para perceber claramente que faltam as pranchas de madeira para as passagens de nível.



Além da maquete na foto dá para perceber uma cama de solteiro... Pois é, quando a madrugada chega e eu não me toquei que tinha que ir embora, fico por ali mesmo...







Nesta foto vemos o pátio principal de manobras das locomotivas, que fica no centro da siderúrgica. Ele é essencial para atender com rapidez
as diversas unidades industriais que precisam de transporte de materiais.









Essa estrutura estranha que aparece na foto nada mais é que uma ponte rolante que atende diversas linhas. Falta ainda colocar o guincho com a casa do operador.
Essa parte mais clara à esquerda é o edifício de laminação, que ainda não estava coberto, mas que aparece com a cobertura no lugar na segunda foto.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sábado, Maio 05, 2012

 
Gosto de criar em cima dos kits que compro. Na foto abaixo mostro a casa do compressor da siderúrgica. Agreguei a ela uma central de energia de emergência, com 4 motores a diesel. Só que a parte interna dessas casas de compressores não existe para vender, daí a solução é botar a imaginação para funcionar.
Para fazer o compressor utilizei a tampa traseira de uma impressora HP. Para o painel usei um pedaço de circuito integrado de um HD. A casinha de serviço foi confeccionada com tiras de estireno. As personagens são da Woodland e da Preiser. As luminárias foram feitas com ilhós de roupa. Para obter a textura do chão utilizei cola PVA e Fine Ballast Brown B1372 da Woodland. Para finalizar, com o aerógrafo, apliquei algumas manchas com tinta preta acrílica da Corfix. As portas e as janelas são da Frateschi.





DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sexta-feira, Abril 13, 2012

 
SE NÃO VER NINGUÉM ACREDITA!

De vez em quando recebo amigos aqui no meu local de trabalho porque eles têm curiosidade em saber como é que faço as coisas. De cara eles levam um susto porque de um modo geral "reina o caos"...
Mas passado o impacto inicial vão percebendo que é uma "bagunça organizada", porque sei exatamente onde estão as coisas e porque elas estão ali.
Como faço diversas partes da maquete ao mesmo tempo, tudo parece espalhado desordenadamente. Agora que estou aplicando o lastro, então, tive que retirar quase todas as construções do módulo para facilitar a tarefa, espalhando-as pelo escritório inteiro....
Na outra maquete fiz o lastro (pedrinhas que seguram os dormentes) depois que todos os edifícios estavam no lugar. Foi um erro porque a movimentação para a colocação do lastro me fez quebrar diversas peças.
Nesta maquete inverti as tarefas com ganhos evidentes de mobilidade e de facilidade na execução.
Veja a foto abaixo.
Na parte baixa da foto, no retangulo marrom, vai a nova unidade de bobinas. As torres de sustentação da tubulação de gás já estão em seus lugares. No momento estou fazendo a colocação do lastro. Falta apenas as duas linhas onde se encontra o grampeador. A rampa de descarregamento de minério também já está pronta, faltando apenas a impermeabilização com verniz fosco da Acrilex. Esse verniz ajuda a evitar riscos, tanto no transporte da maquete quanto em eventuais limpezas.



Tenho um cuidado muito grande com a escala. Nesta maquete estou usando 1:87. Para quem não está familiarizado, significa que tudo na maquete é oitenta e sete vezes menor do que a realidade.
Embora esta foto esteja "pelada" porque não fiz o acabamento final, dá para se perceber o cuidado com os diversos elementos que a compõem, para que se pareça, realmente, com um trecho de alguma siderúrgica existente por aí.



Fotografei um detalhe da casa de máquinas para mostrar a complexidade de algumas partes. Essa escada que dá acesso aos vários pisos do edifício vem em dezenas de peças, que devem ser cortadas, aparadas, lixadas, montadas e pintadas. É um trabalho de paciência e no qual você gasta muitas horas.




Nesta outra foto mostra um cantinho da siderúrgica, que normalmente nem é visto por quem visita a maquete. O objetivo é mostrar que é a soma de dezenas de detalhes que dão aquele visual tão interessante ao conjunto.


E sem nenhuma vergonha na cara, mostro onde tudo acontece quando faço as pinturas. Fiz uma painel em "L", e é ali dentro que mando ver com meus aerógrafos (pistolinhas de pintura)... O local está mais bagunçado do que de costume porque está servindo de depósito para as peças que retirei do tablado enquanto faço o lastro.
Debaixo da mesa guardo as caixas com fios, sobras de estireno, lixas, transformadores, tudo devidamente etiquetado, porque se não for assim, aí não acho mais nada mesmo...
Está aí um pequeno pedaço do meu mundo, onde imagino os meus projetos e onde dou vida a eles.
Espero que tenham gostado.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Março 14, 2012

 
AMPLIAÇÃO DA VALENE

Após a fantástica receptividade que tive no 15º Encontro de Ferreomodelismo promovido pela Frateschi, em São Carlos (SP) com a maquete VALENE - Siderúrgica dos anos 40, resolvi executar o projeto original, que previa um tablado de 5 metros de comprimento por 1,60 de largura.
Essa atitude me trazia muitas preocupações porque a inserção de um novo módulo quase no meio da maquete envolveria a necessidade de ter que desmanchar uma porção de coisas.
Mas, decisão tomada, cuidei de levar adiante o projeto. Tirei os tablados do suporte (um de 1,25 x 1,60 e outro de 2,50 x 160). O tablado grande, que não sofreria muitas mudanças deixei encostado na parede. O menor coloquei no chão para fazer a junção com a outra parte que receberia o módulo complementar do projeto. Nas duas fotos seguintes mostro exatamente isso.
Foto 01 e 02


Nas demais fotos, mostro uma sequência em que se alternam a montagem de kits e a fabricação de peças exclusivas para essa maquete. Mostro também uma foto onde fica claro que reina o caos na minha bancada de trabalho...
Mas o objetivo é dar uma visão panorâmica do que é montar uma maquete com essas características e com essas dimensões.
Na foto 3 dá para ver onde tive que retirar parte dos trilhos para fazer a ligação com o novo módulo.
Na foto 4 mostro uma placa de resina, fabricada a partir de um molde que fiz de uma embalagem de desvios da Atlas. Quem quiser conhecer a técnica pode visitar o link a seguir : http://www.portaldotrem.com.br/tutoriais/tutorial007.html

Fotos 3 e 4


Foto 5 - Mesa de trabalho para a montagem dos kits. Não reparem: é uma bagunça mesmo! Foto 6 - Fazendo a pintura de um kit recém montado. Às vezes a pintura de uma simples cerca de proteção dá um trabalho danado...


Foto 7 - Riscando no tablado o traçado das novas linhas. Foto 8 - Testando a fixação da sala dos compressores em seu lugar.


Foto 9 - Nesta foto mostro o molde que fiz, em borracha de silicone, para a fabricação das máquinas de laminar. Foto 10 - Uma laminadora montada. Os cilindros pretos são retirados de tubos de tonner e cortados em pedaços para integrarem a máquina.


Foto 11 - As pinturas em branco e preto indicam onde ficarão as novas unidades industriais. Foto 12 - Todos os trilhos já assentados e interligados aos outros dois módulos.


Foto 13 - Atelier de trabalho: NO PRINCÍPIO ERA O CAOS! Foto 14 - A pintura e o assentamento dos desvios requerem cuidados especiais. Na foto a proteção que foi feita com fita crepe.


Foto 15 - Um teste para a localização de todas as novas unidades industriais. Foto 16 - A ligação do DCC aos trilhos, para não haver curtos e aborrecimentos, exige o uso de macetes. Quer saber como? Visite o link a seguir:
http://www.portaldotrem.com.br/oficinasnossasdicas.html


Foto 17 - Instalando a plataforma de descarregamento de minério. Foto 18 - Pintando as placas que vão revestir a plataforma de descarregamento.


Foto 19 - A estrutura da plataforma quase pronta. Foto 20 - Pintando um trilho e os dormentes. Todas as pinturas da maquete são feitas somente com aerógrafos.


Foto 21 - Uma visão do conjunto. Foto 22 - Uma laminadora de chapa contínua pronta, feita em resina, pedaços de aro de bicicleta, estireno, estrutura da cobertura da estação Frateschi, abraçadeira Hellermann e outras sobras...


Foto 23 - Uma cerca feita de tela e de pedaços de arame 18. Falta acabamento. Foto 24 - Iniciando a instalação dos dutos de gás do novo alto-forno.


Foto 25 - Uma foto do conjunto, abrangendo os dois altos fornos. 26 - No detalhe, os dutos de gás com as estruturas de sustentação, feitas em estireno recortado e em vigas de estireno da Plastruct.


Foto 27 - Detalhe dos dutos e da coluna principal. Foto 28 - Detalhe de um pilar. Ele é feito a partir de recortes em estireno e de vigas da Plastruct..



Foto 29 - Visão panorâmica da maquete no estágio de construção em que se encontra



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sábado, Fevereiro 04, 2012

 
CONSTRUINDO UM DETALHE

Quando as pessoas veem uma maquete como a VALENE, de um modo geral elas não têm ideia do infindável número de detalhes que ela contem. Uma pequena peça, escondida debaixo de uma plataforma, que levou horas para ser construída, passa completamente desapercebida quando se vê a obra no conjunto. Pois é a fabricação de uma dessas peças que vou mostrar agora através de uma sequência de fotos.
Toda a fabricação aconteceu com o uso de uma furadeira de coluna e de duas brocas chatas.
Nesse caso eu pretendia criar um suporte para a plataforma de inspeção das chaminés da nova laminação.
A solução encontrada foi utilizar pequenas argolas de madeira, que se usa em cortinas.

1 - Argolas pequenas de madeira para cortina, coladas com Superbonder numa tábua.


2 - Os furos (aberturas) das argolas foram aumentados para uma polegada, que é o diâmetro das chaminés.


3 - Todas as argolas já estão abertas e foram rebaixadas para ficarem menos espessas.


4 - As argolas em seu lugar definitivo, servindo de suporte para a plataforma de inspeção das
chaminés, e dando maior solidês ao conjunto.


5 - Tanto trabalho!... E no conjunto pronto as argolas nem aparecem...



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sexta-feira, Outubro 07, 2011

 
SIDERÚRGICA VALENE NO SITE PEACH CREEK



Desde quinta-feira, 5 de outubro, passei a figurar na galeria do Peach Creek, que é um site americano especializado no tema “siderurgia”
O fundador do site, John Glaab, é autor da belíssima maquete “Magarac Steel & Iron”, publicada na edição anual da Model Railroader de 2008, “Model Railroad Planning”, em cujas páginas fui buscar a inspiração para a minha maquete “Siderúrgica Valene”.
Através do site, John realiza encontros anuais para onde converge a nata do modelismo ferroviário americano. Nesses eventos são realizadas exposições de maquetes, vendas de produtos e palestras dedicadas exclusivamente ao tema.
Agradeço ao John por ter, generosamente, me incluído na galeria de construtores da Peach Creek.
Mais do que me distinguir, ele dá a nós modelistas ferroviários, um grande incentivo para mudarmos de patamar tanto na quantidade de praticantes do hobby mas especialmente no que diz respeito aos aspectos qualitativos.
O John pode ter certeza que ao abrir esse importante espaço para mim ele está dando boas-vindas ao ferreomodelismo brasileiro.
Nós todos agradecemos de coração!
-.-.-.-.-.-.-.-
Os que se interessarem em conhecer o site Peach Creek, acessem o link a seguir.
http://www.peachcreekshops.com/othermills.php?UID=20111007155033189.31.240.79
-.-.-.-.-.-.-.
Abaixo, reproduzo o meu perfil que foi publicado naquela página.

VALENE Steel Mill
My name is José Balan Filho

I am 59 and was born in Mandaguaçu, Paraná, Brasil. I am married with 3 daughters, have a real estate property management business and have been a model railroader for 25 years.

Siderúrgica VALENE (VALENE Steel Mill)

My inspiration for doing the layout came from an article by John Glaab in Kalmbach's Model Railroad Planning 2008. In that article John Glaab presents a magnificent steel mill project, the Magarac Steel & Iron.

Taking John's text as a starting point, I tried to get information about how a steel mill really works. I found all I needed in the book "The Model Railroder's Guide to Stell Mills", by Bernard Kempinski.

Following John's guidance, I bought the main kits from Walthers. But I need to underline that I myself did many things for the scenery, using Brazilian products adapted to the project needs.

The layout was based on John's project, and the changes in his project were a result of adding new items to the architectural complex.

The name VALENE

The name VALENE is a merging of the names of two large Brazilian companies: Vale do Rio Doce (the world's second-largest mining company and largest producer of iron ore) and Companhia Siderúrgica Nacional — CSN (the largest steel mill in Latin America and one of the largest in the world).





DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Setembro 21, 2011

 
No dia 20 de agosto deste ano aconteceu em São Carlos, São Paulo, o 15º Encontro de Ferreomodelismo, promovido pela Frateschi.
Fomos convidados a participar do evento e levamos a maquete "Siderúrgica dos anos 40" para a primeira exposição pública. Embora ela tivesse participado de um outro evento em Curitiba, no de São Carlos a maquete estava praticamente pronta, e ela pode ser vista com todos os elementos que faziam parte do projeto original.
As fotos que vocês vão ver a seguir foram tiradas pela equipe da Frateschi, e gentilmente cedidas para publicação neste blog.
À Frateschi, nas pessoas dos seus diretores, Celso e Lucas, meus sinceros agradecimentos pela excepcional acolhida naquela cidade.
Me senti muito honrado de ter feito parte de um evento tão importante para o ferreomodelismo nacional.

Se alguém tiver interesse em ver a maquete em vídeo, pode acessar o link a seguir. É um trabalho muito bem feito pelo meu amigo José Alfeo Röhm.
http://www.youtube.com/watch?v=pK3eqFX9qmQ&feature=player_embedded


































DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Agosto 01, 2011

 
Em alguns lugares da maquete, devido à dificuldade de acesso, é complicado tirar fotos. Essas, apresentadas a seguir, foram tiradas aproveitando que a maquete estava na vertical, apoiada sobre sua lateral direita. Só assim foi possível acessar os lugares que me interessavam para registro. A título de esclarecimento, as minhas fotos são postadas como foram tiradas. Nenhuma delas recebe qualquer tratamento fotográfico. Nessa, imediatamente abaixo, foi refeito o alinhamento horizontal pelo Marcello meu grande amigo de Campinas.










DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Julho 20, 2011

 
Nesta foto acrescento mais alguns elementos ao paisagismo, refazendo o estacionamento à esquerda, colocando personagens, como os jardineiros à direita e as pessoas que chegam a empresa.
O visual já é "quase" o definitivo. Locomotivas e vagões já foram devidamente embalados para a viagem...






DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Julho 12, 2011

 
Postei algumas fotos no Cartel Caipira e eu dizia por lá que com nenhuma das fotos que publico tenho só o objetivo de mostrar.
A intenção é um pouco maior, que é apresentar a evolução do trabalho , e como a inserção de novos elementos vai dando vida ao cenário.
Para alguns, acompanhar esse detalhamento que envolve horas e horas de trabalho é muito chato, mas para outros, tenho certeza, é muito estimulante.
É para esses últimos que a maquete e o blog são feitos.






DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Julho 11, 2011

 
Quando você começa a fazer uma maquete você define o projeto e o nível de acabamento que vai realizar
As duas fotos a seguir deixam bem claro o que estou dizendo, embora a segunda pareça uma estação pronta, é possível acrescentar novos elementos que enriquecem o cenário.
Confiram e comparem as duas fotos.



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sexta-feira, Julho 08, 2011

 
NOVAS FOTOS DA SIDERÚRGICA
Depois da última postagem ocorrida no dia 28 de abril adicionei novos elementos para o detalhamento da maquete.
Abaixo vou postar algumas fotos que registram esse trabalho.




As fotos abaixo que estão precedidas de estrelas, receberam 5 estrelas da Revista Model Railroader.
Veja o link http://cs.trains.com/trccs/media/g/mrr-layouts/default.aspx?PageIndex=30
































DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Abril 28, 2011

 
NOVA MAQUETE - SIDERÚRGICA DOS ANOS 40
- Em construção -


Listei diversas coisas que gostaria de construir mas optei por uma siderúrgica dos anos 40/50, não só pelo visual completamente diferente de tudo o que temos construído em termos de maquete no Brasil, como pela possibilidade de colocar a imaginação a mil por hora, em cima dos kits disponíveis no exterior. E esse era um tema sugerido por uma pessoa que me encomendou uma nova maquete. Ao optar por uma siderúrgica, resolvi dois problemas ao mesmo tempo. Realizar um projeto comercial mas com a possibilidade de apresentá-lo no 3º Encontro de Ferreomodelismo de Curitiba.
O primeiro passo foi me informar sobre “o que era uma siderúrgica dos anos 40/50”. Comprei um livro sobre o tema, e embora o meu inglês seja sofrível, deu para captar bem o espírito da época.
Inicialmente queria colocar todo o trabalho em cima de um tablado 2,50 x 1,60 metros. Foi impossível devido a todas as interligações por trilhos das diversas unidades industriais.
Ao levar em consideração os desvios, os raios de curva compatíveis com o material rodante, e um traçado que apresentasse um mínimo de simetria e de funcionalidade, o tablado acabou ficando com 3,75 x 1,60 metros.
Infelizmente, com essa dimensão, o meu tão sonhado pátio com várias locomotivas e centenas de vagões ficou para o futuro. Tive que me contentar com um projeto um pouco mais “enxuto”.
As fotos que vocês vão ver são apenas algumas que foram escolhidas entre as diversas que tirei.
































































VOU POSTAR NOVAS FOTOS DE ANGULOS DIFERENTES DOS JÁ PUBLICADOS

a foto abaixo vemos a entrada sul da maquete, onde caminhões e automóveis têm acesso aos compressores de gás e à rua interna da siderúrgica.


Na foto abaixo, a rua interna, que interliga as diversas undiades industriais. Os trilhos à direita servem para o tráfego de vagões com combustível.



Nessa foto, vemos um operário na plataforma de manutenção das chaminés e da luz de sinalização noturna.



Usamos a escala na reprodução para que embora as coisas estejam miniaturizadas, elas nos deem um "impressão de ser real.".
Veja a foto abaixo, do setor de compressores e do depósito de gás, e imagine-se caminhando por esse asfalto. Tudo a sua volta parecerá real, porque tudo, rigorosamente tudo, está dentro da escala.
Cuidei colocando protetores para as colunas e apliquei um pouco de verde para quebrar o "ar soturno" que esses locais das siderúrgicas costumam ter.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Fevereiro 28, 2011

 

DAQUI PARA A FRENTE AS FOTOS SÃO DA CIDADE FERROVIÁRIA


NOVAS FOTOS DO ARQUIVO












DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Domingo, Fevereiro 20, 2011

 
A PEDIDO - NOVAS FOTOS

Boa parte das fotos anteriores foram tiradas pela perspectiva aérea. É como se os flagrantes fossem captados de helicóptero. Nestas fotos privilegiei a imagem ao nível do olho humano e procurei descobrir novos ângulos. Espero que elas agradem.
Como sempre estou à disposição para qualquer tipo de informação referente à maquete.
Técnicas de construção, detalhes, orçamentos, como iniciar uma maquete e temas afins podem ser abordados.
Escrevam deixando mensagem nesta página no "COMENTE AQUI", logo abaixo das fotos.
Aguardo os contatos...













SEU GUARDA EU NÃO SOU VAGABUNDO...





















PAINEL DE CONTROLE

Muitos já me solicitaram uma foto do painel de controle inteiro. Nunca havia tirado uma foto assim. Então para os que me solicitaram, a foto vai abaixo.




DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Janeiro 11, 2011

 
ESCLARECIMENTO IMPORTANTE!
Como reparei que diversas pessoas me escreviam pedindo algumas informações que constavam dos "Arquivos", ficou claro que essas pessoas só estavam acessando a página principal. Na maioria das vezes nem percebem que no canto esquerdo da página, no alto, há um link que leva a arquivos que registram a maquete desde o tablado vazio.
Portanto, mudei a configuração da página para que mais arquivos fiquem abertos assim que a pessoa acesse o meu endereço. Para computadores mais lentos ou mais antigos, isto representa uma carga adicional que certamente vai retardar a abertura completa do site. Por outro lado, evita que se tenha de abrir os citados arquivos para verificar outros estágios de construção da maquete.
Algumas vezes visitantes me enviam e-mails estranhando que há locomotivas da Frateschi e importadas com logotipos americanos rodando lado a lado, o que na prática, digamos, seria irreal.
Esclareço definitivamente que as fotos das duas lomocotivas juntas foram tiradas quando eu fazia testes de rodagem. Ficaria completamente desagradável você construir uma maquete para alguém e, quando fosse rodar os trens eles ficassem descarrilando o tempo todo. A locomotiva Alco FA-1 que aparece nas fotos foi utilizada por ter, como todas as demais importadas, o flange dentro da escala. Portanto, bem pequeno.
Assim sendo, usei-a para testar o assentamento dos trilhos. Na minha lógica se a Alco FA-1 não descarrilasse, muito menos as locomotivas da Frateschi que, sabidamente, tem o flange um pouco maior.
Outro coisa que quero esclarecer aqui é que as postagens de fotos e textos foram feitos à medida em que eu ia trabalhando na maquete. Portanto, não deve causar estranheza que à medida em que a página for rolando algumas fotos pareçam repetidas. Na verdade elas registram momentos específicos da construção da maquete. Quanto mais rolar para baixo, menos acabamentos.



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Sexta-feira, Dezembro 03, 2010

 
De vez em quando alguém me cede fotos tiradas da maquete por ocasião do 2º Encontro de ferreomodelismo. Desta vez andei vendo algumas fotos tiradas por uma das minhas filhas. Embora a qualidade das fotos não seja muito boa, vale aqui o registro sob a visão de uma outra pessoa. O que se vê na foto é exatamente a falta de experiência ao fotografar. Tirando a foto sem definir o foco princial, a maquete ou as pessoas, pelo menos nos sobra um ponto de comparação com relação à escala.







DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Outubro 19, 2010

 
A FRATESCHI E O FERREOMODELISMO BRASILEIRO

A Frateschi, a grande fabricante brasileira de produtos ferromodelísticos, sempre rende debates acalorados.
Há os que a amam incondicionalmente e os que não morrem de amores por ela. Mas há algo que ninguém pode negar: toda a história do ferreomodelismo nacional está umbilicalmente ligada à Frateschi.
Como todos os produtos existentes no mercado, também na Frateschi há os que não agradam a todos. Porém generalizar como tem acontecido às vezes em listas de discussão é cair na vala comum do rancor gratuito, destrutivo, que não leva a lugar nenhum e que só serve para semear rancores entre o fabricante e usuários altamente exigentes.
De minha parte posso garantir que tenho pequenas restrições a alguns produtos da Frateschi, como tenho restrições a alguns modelos de carros, a algum tipo de filme, a algum tipo de diversão, a algum tipo de música, mas essa restrição não me conduz ao ódio puro e simples e ao prazer sádico de pôr fogo no circo para ver no que vai dar...
Há que se respeitar a longa história da Frateschi, embasada no árduo trabalho de construir uma indústria a partir do zero, num segmento difícil, agora muito mais competitivo por causa da internet, e mesmo assim fazer-se respeitada por tantos quantos compreendem a história admirável que ela escreveu ao longo de algumas dezenas de anos.
É por isso que quando me contatam pedindo orientações para iniciar uma maquete, tenho minha consciência absolutamente tranquila para indicar os produtos da Frateschi, porque fazendo isso istou indicando produtos de alta qualidade e que não perdem em nada para os existentes no mercado.
A propósito, se alguém quiser conhecer o que a Frateschi disponibiliza para os ferreomodelistas, basta clicar no link a seguir.
http://www.frateschi.com.br/



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Julho 22, 2010

 


DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

 
Na postagem anterior comentei as manifestações de amizade de pessoas que a gente conheceu apenas pela internet. Há outras manifestações dessa natureza, ao vivo e a cores, e que cores! Me refiro às fotos feitas pelo Rafael Rocha por ocasião do Encontro de Ferreomodelismo. Gentilmente ele me cedeu as fotos e permitiu a postagem delas. Abaixo, algumas fotos da maquete sob a visão de um excelente fotógrafo.






















DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Junho 30, 2010

 
Às vezes, algumas pessoas nos fazem gentilezas que a gente não espera, demonstrando uma amizade que nasce através do site e que se revela aos poucos, através de manifestações que envolvem muito carinho e dedicação. Há um vídeo no YouTube feito por um amigo, ALVARO SALA, que personifica como ninguém essas pessoas de almas iluminadas que, generosamente, dedicam muito do seu tempo para apoiar as pessoas, mesmo não as conhecendo pessoalmente. Vou colar um atalho para esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=rujbWtXRllc
Embora nem todas as fotos estejam atualizadas, o vídeo, com música de Villa Lobos, está muito bem feito.
É uma homeagem belíssima, que registro tardiamente, mas pela qual agradeço ao Alvaro de coração.



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Junho 07, 2010

 
MAIS ALGUMAS FOTOS

Vou postar mais algumas fotos dos meus arquivos. Como já afirmei anteriormente a redoma de vidro limita bastante o trabalho, mas como tirei algumas fotos de ângulos inéditos, então vou tomar a liberdade de postá-las.
Na foto abaixo alguns podem estranhar esse convívio de locomotivas da RFFSA, com EFVM e com a ALL. É óbvio que eu sei que eles nunca circularam juntas, pois pertencem a períodos históricos diferentes. É uma homenagem de minha parte a todas elas.


























DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Junho 01, 2010

 
PROJETO COMERCIAL, MAS ESSENCIALMENTE CULTURAL E DIDÁTICO

A CONSTRUÇÃO DE UMA MAQUETE,
seja por encomenda, neste caso, ou para uso pessoal, sempre está diretamente ligada ao seu envolvimento "quase emocional" com o que você está fazendo. Só assim você conseguirá, do projeto à execução, dar vida ao seu trabalho. Me perdoem os arquitetos que se dedicam à construção de maquetes, mas de um modo geral os trabalhos que vemos expostos evidenciam um rigor extraordinário na apresentação mas completamente despidos de calor, de vida.
Nessa maquete, cuja construção tantos acompanharam, havia um objetivo a cumprir: Após a sua conclusão ela seria exposta em shoppings, centros comerciais, escolas, entidades, com o objetivo de mostrar às pessoas, principalmente aos jovens, a imensa possibilidade de aprendizagem que se abre com a execução de um trabalho dessa natureza.

NAS ENTREVISTAS AOS CANAIS DE TV
que estiveram presentes ao encontro de modelismo fiz questão de repetir a seguinte frase: “- Com essa maquete quero mostrar aos jovens que há vida fora do vídeo game”.
Não era só uma frase de efeito, mas na essência a frase mostra que além do efeito deletério da presença constante do jovem à frente de um vídeo game, ao concentrar seus esforços num projeto dessa natureza, e não importa a sua dimensão e complexidade, o jovem terá a oportunidade de aprender, e aprender muito.
Em uma maquete, e não é preciso que seja uma maquete ferroviária, poderão ser aprendidas ou exercitadas múltiplas habilidades, que começam na marcenaria para a execução do trabalho e continuam com eletricidade, eletrônica, pintura, escultura, desenho e arte de um modo geral, pois que durante a construção e finalização do trabalho, a arte estará presente em todos os aspectos da maquete.
Embora tivesse um cunho comercial vez que necessito de renda para sobreviver, ficou bem claro junto ao meu parceiro nessa jornada, que minha presença seria indispensável depois do projeto concluído e entregue, vez que a tarefa de ensinar, explicar aspectos construtivos e fazer demonstrações ainda ficaria a meu cargo. A própria manutenção e operação ficaria complicada nas mãos de terceiros porque nesse projeto se há alguém que conheça cada centímetro da maquete, esse alguém sou eu. A minha vinculação com ela é “afetiva” se assim podemos nos expressar nessa relação de um ser humano com um objeto inanimado.

A SEGUNDA FASE DO PROJETO
Começou dia 1º de maio com a participação no encontro de ferreomodelismo. A possibilidade de mostrar a maquete ao maior número de pessoas possível, e nessa conta entraram os visitantes e à divulgação via mídia, motivou a nossa participação no evento, com resultados absolutamente fantásticos, muito além da perspectiva inicial.
E já começamos a colher os resultados. Professores ligando para agendar visitas à maquete, o aumento significativo de visitas à página, um crescimento dos e-mails pedindo orientações na construção de maquetes e dioramas, e o agendamento de visitas de pessoas que se interessaram pelo tema depois que amigos tomaram conhecimento do projeto.
Além disso há um aspecto que surge como conseqüência da exposição, que são os convites para a execução de novas maquetes, sejam elas de cunho recreativo ou comercial. Só para se ter uma idéia do que estou falando, há cinco maquetes em negociação. Com certeza não vai me faltar trabalho, seja nesse sonho de mostrar aos jovens um novo mundo de possibilidades ou seja no ganho puro e simples para a sobrevivência. Em ambas, fazendo o que gosto, aquilo pelo qual sou apaixonado, estarei me realizando completamente.







DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Maio 17, 2010

 
Todos os sábados e domingos tenho ido pôr em funcionamento a maquete e rodar os trens.
Os vidros colocados para proteger a maquete dificultam o trabalho fotográfico, mas ontem tirei algumas que vou postar aqui. O que as diferenciam das outras, algumas inclusive sobre os mesmos ângulos, é que agora estão completas. Toda a sinalização, veículos e personagens estão em seus lugares, o que dá um visual diferente às fotos. Por isso o registro.


A FOTOGRAFIA ABAIXO FOI PREMIADA COM 5 ESTRELAS PELA REVISTA MODEL RAILROADER
http://cs.trains.com/TRCCS/themes/trc/media/postlist.aspx?GalleryApp=mrr-layouts&PageIndex=72














DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Domingo, Maio 02, 2010

 
Com a realização do 2º Encontro de Ferreomodelismo de Curitiba, tive a oportunidade de expor a maquete, resultado de um trabalho que durou dois anos mas que tantos alegrias me deu tendo em vista os inúmeros amigos que encontrei naquele local. Alguns vieram de muito longe. O Elmar, de Imbé, Rio Grande do Sul; o Sérgio de Ibiporã, Paraná, o Dário, de São Paulo, O Márcio da Super Trens, mais conhecido como GHSM, o Sr. Domingos, de quem tanto tinha ouvido falar, o famoso Stabelin, e tantos outros que por ali passaram e receberam meu abraço, pois que com vários deles eu fiz amizade pela internet, não os conhecia pessoalmente, prometeram que viriam para o encontro e realmente se fizeram presentes. A todos eles, muito obrigado. O Elmar foi um caso a parte. Esse gaúcho de primeira linha apareceu na sexta, me ajudou a montar a maquete, e foi meu companheiro ao lado da maquete durante todo o sábado. Ajudou, orientou, esclareceu, deu informações e me prestou uma ajuda inestimável. Realmente não sei o que faria sem a ajuda dele. Elmar, muito obrigado de coração. Você foi fantástico! Não posso deixar de agradecer também ao Mário, um dos organizadores do evento. De forma dedicada e expontânea apareceu diversas vezes para me ajudar na conclusão da maquete. Sem a efetiva colaboração dele não teria sido possível a conclusão do projeto em tempo. A ele, também, meu sincero agradecimento.
Devido ao meu estado físico lastimável, as fotos deixaram a desejar, mas é um pequeno e pálido registro do que aconteceu por lá.



O número de visitantes foi muito alto durante todo o dia. Realmente supreendeu!


O Elmar, de Imbé Rio grande do Sul, me deu uma ajuda especial, e ficou de plantão o tempo todo. Ele é incrível!


Se eu ganhasse 1 real por foto tirada da maquete não precisaria mais trabalhar pelos próximo 5 anos...


Taí o Elmar atendendo com muita atenção um dos visitantes que foram prestigiar o encontro.


Mais algumas fotos do encontro








DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

 
RESULTADO DO SORTEIO DA LOCOMOTIVA E VAGÕES.
O sorteio foi realizado durante o 2º Encontro de Ferreomodelismo de Curitiba, e o vencedor foi o Márcio, que deixou mensagem na página no dia 25 de janeiro. Parabéns, Márcio!
Já enviei e-mail para você. Responda, por gentileza, com os dados pessoais e endereço de entrega. Sorte tem quem acredita nela e que participa!



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Abril 26, 2010

 
Nesta semana estou dando os retoques finais na maquete. Dia 1º de maio, feriado nacional, acontecerá o 2º Encontro de ferreomodelismo de Curitiba e os preparativos da exposição, juntando com meu trabalho normal, está me deixando cansado e aflito. Sabe como é, a vontade de que tudo saia da melhor forma possível. Nesse momento entra o pessoal do vidro para fazer a cobertura, os transportadores, a desmontagem da maquete no local em que ela está e o transporte até o local da exposição. É agonia pura. Mas só para ilustrar como está ficando a dita-cuja vou postar uma foto. Depois do dia 1º de maio vou postar umas 40 fotos para fazer o registro definitivo do resultado final.





DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Segunda-feira, Abril 19, 2010

 
PORQUE NÃO VOU ME CALAR.

Retirei o tópico porque o assunto já foi resolvido.



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quarta-feira, Março 31, 2010

 
.



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Terça-feira, Março 30, 2010

 
Quando vou colocando as fotos aqui no blog de um modo geral escolho aquelas que acho que acrescentam alguma coisa ao que já mostrei em fotos anteriores. O interessante é que alguns amigos que me acompanham observam os mínimos detalhes e me perguntam coisas sobre fotos que nem sempre prestei a devida atenção. Uma das perguntas foi sobre um túnel, que aparentemente não leva a lugar nenhum. Estão corretos; não leva mesmo! O objetivo foi deixar uma passagem que me permitisse ligar a atual maquete a uma futura maquete que eventualmente eu venha a fazer. Imitando o tunel França/Inglaterra as linhas desceriam para debaixo da mesa e surgiriam num túnel do outro lado da montanha, na nova maquete. Como está explicado, publico abaixo a foto do dito-cujo...



DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!

Quinta-feira, Março 25, 2010

 
Os amigos que acompanham esta página devem estar estranhando a demora em postar novas fotos... Acontece que em função da data 1º de maio que se aproxima, quando acontecerá a exposição pública da maquete, tenho trabalhado quase que dia e noite para chegar na última semana de abril com tudo terminado, inclusive painel. Infelizmente houve um pequeno problema com o projeto da cobertura, e a furação dos vidros veio completamente diferente dos metais que já estavam comprados. Vou ter que fazer os metais novamente, acrescentando um pouco mais de tensão ao meu dia-a-dia. Só para não me ausentar de vez, vou acrescentar duas fotos, que tem a ver com o trabalho de paisagismo. É a colocação e acabamento das últimas árvores na maquete. Domingo, aí sim, postarei mais fotos bem atualizadas.








DEIXE UM COMENTÁRIO PARA O BALAN!



This page is powered by Blogger.


Contador de acesso
Contador de acesso
.